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INFORMATIVO 02/08/2016

Como aumentar as vendas mesmo durante a crise?

Durante o período de crise econômica, o que mais as empresas querem é saber como aumentar as vendas. Com a queda do poder de compra da população e as incertezas quanto ao futuro, muita gente deixa de adquirir bens para não comprometer o orçamento doméstico.

Diante dessa diminuição no consumo, os estabelecimentos vivem constantes desafios para manter ou até aumentar o faturamento e, assim, honrar os compromissos com fornecedores e funcionários. Para você superar os obstáculos presentes na crise, o blog da Sage apresenta no post de hoje algumas dicas para o seu negócio vender mais. Confira!

Rever as estratégias de marketing e vendas

Em uma crise econômica, geralmente, ocorrem muitas mudanças no cenário de uma empresa. Podemos comparar essa situação com a reorganização de peças em um tabuleiro. Por isso, táticas que antes da recessão davam certo, hoje em dia podem não mais funcionar.

Nesse contexto, o empresário que sabe como aumentar as vendas pode criar importantes vantagens competitivas para o negócio, principalmente depois de passada a crise. E como fazer isso? Um passo importante é rever as estratégias de marketing e vendas da empresa.

Se na época de “bonança” determinada linha de produtos ou serviços era a mais procurada, no cenário de crise, uma linha com preços mais atrativos pode ser a preferida. Por esse motivo, fazer uma espécie de raio-X nos dados da empresa para identificar o que mudou durante a crise pode ser uma maneira de ter ideias para novas estratégias. Dessa maneira, o negócio poderá atender às necessidades dos clientes, as quais podem ter mudado durante a recessão.

Aprender a como aumentar as vendas pela internet

Para elevar o faturamento em um período de turbulência na economia, o gestor deve ir em busca de possíveis compradores para os produtos ou os serviços da empresa. Logo, se na região de atuação do negócio houve queda na demanda, uma alternativa é aumentar as vendas em outros locais, por exemplo, por meio da internet.

Você imaginou a quantidade de buscas feitas por dia a respeito de termos ligados ao seu negócio? Com ferramentas apropriadas de marketing digital, é possível ter uma noção dessa demanda. Ao comercializar pela internet, a empresa expande a área de atuação e consegue abranger um número maior de potenciais consumidores do que se tivesse apenas um ponto fixo de venda.

Fidelizar os clientes da marca

Se atrair novos consumidores é difícil, o empresário precisa aprender a aumentar as vendas para os clientes assíduos do negócio. Lembre-se de que quem compra com frequência da empresa já conhece a qualidade das ofertas e do atendimento, por isso, é mais fácil vender mais para um cliente habitual do que vender para um cliente novo.

Oferecer descontos, fazer promoções baseadas em um número mínimo de compras, ofertar pacotes complementares de produtos ou serviços, melhorar as condições de pagamento, etc. são algumas das táticas para aumentar o faturamento. Além disso, por meio de um programa oficial de fidelização de clientes, com a troca de pontos por benefícios, por exemplo, a empresa pode aumentar a recorrência de vendas.

Fonte: Sage Negócios

Rombo causado pela sonegação pode adiar aposentadorias

A sonegação de impostos no Brasil pode fazer com que os trabalhadores demorem mais a se aposentar. Em 2015, o desvio da contribuição previdenciária foi de R$ 103,2 bilhões, segundo levantamento realizado pelo Sindicato dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). O montante é quase 17% maior do que o rombo registrado pela previdência naquele ano, de R$ 88,6 bilhões. Ou seja, R$ 14,6bilhões superior ao que é gasto com aposentadorias, pensões e benefícios trabalhistas do regime geral no país. A conclusão é simples: se os impostos da previdência fossem pagos em dia, o discurso do governo federal de que o sistema geral não é sustentável cairia por terra.

O desvio é altíssimo. Para se ter ideia, o montante representa 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2015, fechado em R$ 5,9 trilhões. Mais do que isso: conforme o estudo do Sinprofaz, equivale a quase 30% do que deveria ser arrecadado. “Mais uma vez, o elo fraco da relação está pagando a conta. Se a sonegação não estivesse neste patamar, se houvesse recursos para barrá-la, não haveria necessidade de aumentar o limite mínimo de idade para se aposentar”, garante o presidente do sindicato, Achilles Frias.

Gorjetas

Como sonegação, foram contabilizados valores que as empresas recolhem dos empregados e não repassam aos cofres públicos, prática caracterizada como apropriação indébita, e montantes que deveriam ser recolhidos, mas não são. No último caso entram, por exemplo, pagamentos que são feitos fora da carteira de trabalho. Os garçons, que costumam receber gorjetas como salário, são um caso clássico, aponta Frias.

O presidente do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev), Roberto de Carvalho, ressalta que os débitos tributários prescrevem em cinco anos, fato que aumenta o rombo da previdência. Ou seja, passados cinco anos, a empresa deixa de ser cobrada pelo INSS. No entanto, quando o empregado se aposentar ele será pago pelo Tesouro de qualquer forma. E é aí que mora o problema.

DENÚNCIA

“O empregado deve entender que ele é parte importante do processo. Se ele recebe fora da carteira, o INSS não é recolhido e, no futuro, alguém irá pagar. Na verdade, todos já estão pagando. Quando o governo diz que não há dinheiro suficiente, é culpa, além das aposentadorias especiais, das sonegações. É necessário denunciar pelo 135”, critica o presidente do Ieprev.

A dificuldade para o próprio empregado de saber se a empresa repassa ou não o dinheiro ao INSS também é destacada pelo especialista. No caso do FGTS, o trabalhador recebe, em casa, um extrato dos depósitos e rendimentos. Quando o assunto é o recolhimento previdenciário, não.

Aqueles que têm contas no Banco do Brasil ou na Caixa conseguem verificar por meio do internet banking. Os demais têm que se dirigir a um dos guichês do INSS, fazer um cadastro e pegar uma senha. “Falta facilidade e educação financeira. Quem pode acessar os dados não sabe que pode e não sabe para quê eles servem”, lamenta.

Imposto não recolhido para a seguridade ultrapassa R$ 300 bi

Além da contribuição previdenciária direta, a sonegação dos tributos que financiam a seguridade social ultrapassa os R$ 300 bilhões, segundo estimativa do presidente do Sindicato dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), Achilles Frias.

Entre os impostos que não chegam aos cofres públicos, ele destaca a Cofins, que incide sobre o faturamento das empresas. Em 2015, R$ 44 bilhões que deveriam ser recolhidos a título da contribuição federal deixaram de ser repassados aos cofres públicos. Metade do rombo da previdência.

Cofins significa, justamente, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) . Outros impostos cuja sonegação vai às alturas é do PIS/Pasep, com desvio de R$ 11 bilhões, e o próprio FGTS, com R$ 31 bilhões.

Frias destaca que faltam ferramentas para que a fiscalização dos desvios seja eficaz. Segundo ele, existe menos de um servidor para cada membro da Procuradoria.

​Trabalho extra

“Não é fácil encontrar as pessoas, empresas e quadrilhas que mais sonegam. Porém, além de cruzar os dados e levantar os bens desses sonegadores, também temos que fazer fotocópias, por exemplo”, critica. Para melhorar o sistema, a Procuradoria Nacional vai focar, em 2016, em dívidas superiores a R$ 1 milhão. E há muito trabalho. Em 2015, a sonegação no país foi de R$ 452,9 bilhões, o equivalente a 23,2% do que deveria ter entrado nos cofres públicos.

O presidente do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev), Roberto de Carvalho, destaca que a dificuldade na integração dos dados da Receita Federal (RF) e do Cadastro Nacional de Informações Sociais.

Ele ressalta que a Receita Federal e da Previdência foram integradas em 2006. A base de dados, no entanto, não seguiu a mesma linha. Assim como outros muitos bancos de dados pelo país.

Falta integração

“Embora seja o mesmo órgão responsável pela gestão dos dados, eles não estão integrados”, diz o especialista. Dessa forma, é possível que as empresas cadastrem dados diferentes em sistemas federais de prestação de contas, sem que haja verificação digital e, o mais importante, punição.

“Se uma empresa declara faturamento de R$ 1 milhão e não há recolhimento, ou ela tem muitos funcionários, há algo errado”, diz.

Fonte: Hoje em dia

Previdência: aposentados e pensionistas vão receber 13º antecipado


O Governo Federal anunciou na última segunda-feira (25/07/2016), a partir da publicação de um decreto no Diário Oficial da União, que haverá a antecipação do abono anual, ou  13º salário, referente ao ano de 2016 para aposentados e pensionistas da Previdência Social.

As parcelas do abono da Previdência devem ser pagas nos meses de agosto e novembro, segundo garantiu o decreto. A medida foi assinada pelo presidente em exercício Michel Temer. 

 De acordo com o decreto, a primeira parcela chegará a 50% do valor do benefício, sendo paga junto do benefício a ser concedido em agosto. Já a segunda parcela tem previsão de ser paga no mês de novembro, com os benefícios correspondentes para os aposentados e pensionistas do INSS.  

Reclamações de aposentados

A parcela antecipada do INSS vem depois de muita pressão vinda dos aposentados. 

A própria Confederação Brasileira de Aposentados (Cobap) ameaçou organizar protestos e ocupar agências do INSS em todo o Brasil caso o governo de Temer não escutasse os pedidos. No início de julho, a entidade entregou um documento cobrando a posição oficial sobre a antecipação do benefício durante uma reunião do Conselho Nacional da Previdência.  

Após a pressão dos beneficiários e da entidade, o Ministério da Fazenda anunciou no dia 17 de junho que reavaliaria a situação dos aposentados e pensionistas, já confirmando o pagamento antecipado neste ano. Porém, não houve informações sobre quando a folha da primeira parte seria creditada, somente fora afirmado que o cronograma do pagamento do 13º dos aposentados continuaria em duas parcelas.

Fonte: Brasil Econômico

 

e-Social deve ser adiado mais uma vez

Ainda não é oficial, mas o prazo para o uso obrigatório da plataforma do e-Social para o envio de informações trabalhistas pelas empresas que faturaram R$ 78 milhões ou mais em 2014, previsto para setembro deste ano, será adiado mais uma vez.  

Nos próximos dias, será publicada uma resolução com a nova data e um cronograma de implantação, que será feita de forma gradativa. A informação é do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), que integra o Grupo Confederativo do e-Social (GTC), junto com representantes de outras entidades de classe, ministérios e órgãos do governo.  

Com o adiamento, as empresas terão mais tempo para reformular seus sistemas de gestão e evitar o envio de informações imprecisasà plataforma no futuro.

De acordo com a sócia-diretora da Attend Assessoria, Consultoria e Auditoria, Dilma Rodrigues, além da preocupação com um software de gestão de recursos humanos adequado às exigências do e-Social, as empresas devem validar os dados dos funcionários, no link “qualificação cadastral” no portal do e-Social.

Essa validação, que até o mês passado era feita individualmente, já pode ser realizada em lote, por meio de um arquivo TXT, com o nome, CPF, número do PIS, data de nascimento e outros dados de todos os colaboradores, de uma só vez.

Em 48 horas, o sistema, depois de cruzar as informações com a Caixa Econômica Federal, Receita Federal, Ministério do Trabalho e Previdência Social, gera arquivos de retorno, com avisos sobre a existência ou não de erros no cadastro dos funcionários.

Se o CPF de um funcionário, por exemplo, estiver com algum problema na Receita Federal, será preciso regularizar antes de enviar os dados ao sistema. Assim, quanto maior o número de colaboradores, mais trabalho pela frente antes de o e-Social entrar no ar. 

Por enquanto, somente os empregadores domésticos que entrariam na lista de obrigatoriedade mais tarde, estão usando o novo sistema, desde outubro do ano passado.

Esse é mais um motivo para as empresas menores se preocuparam com a nova exigência.

Pelas normas já publicadas, as empresas de pequeno porte, microempresas, MEI (Microempreendedor Individual), com funcionário, empregadores domésticos e o pequeno produtor rural têm prazos específicos que diferem das demais empresas.  

EMPRESAS QUE NÃO TÊM POLÍTICA DE RH ORGANIZADA PODEM TER PROBLEMAS

Em todos os seminários realizados pelo país sobre o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) , que tem o e-social como um dos módulos, o entanto, o foco está voltado para as grandes empresas.  

“As empresas que não possuem uma política de recursos humanos estruturada e organizada tendem a ter problemas com o e-Social”, alerta a consultora.

Ela também chama a atenção para as normas referentes à medicina ocupacional. No processo de admissão de funcionários, a maior parte dos empregadores contratam empresas de medicina ocupacional de pequeno porte para a emissão de laudos médicos.

No e-Social, esses relatórios são codificados e precisarão estar adequados às exigências do e-Social.

“É preciso que essas empresas sejam cobradas para emitirem esses relatórios no formato exigido. Em caso de erros nos códigos, a responsabilidade pelo envio das informações é do empregador”, explica.

Pelo cronograma atual, o envio dos dados sobre medicina ocupacional está previsto para janeiro de 2017. Esse prazo também deverá ser adiado. 

A adoção do compliance da folha de salários é uma das alternativas para evitar o envio de informações inconsistentes ao sistema. Como essa ferramenta é possível fazer uma auditoria e análise minuciosa dos dados informados.  

“Com o uso cada vez maior da fiscalização eletrônica, o contribuinte deve ficar mais atento à qualidade das informações  fornecidas”, afirma o  diretor técnico da Tributarie, empresa de consultoria financeira e tributária, Magnus Brugnara.  

No entanto, somente as empresas maiores e mais estruturadas, com departamentos internos específicos para fazer esse pente fino nas informações trabalhistas, usam a ferramenta. 

De acordo com Brugnara, um dos erros mais comuns encontrados envolve o uso da alíquota do Seguro de Acidente de Trabalho (SAT), recolhido por todos os empregadores.

Como as alíquotas oscilam de acordo com o risco de acidente a que estão sujeitos os trabalhadores, é comum o recolhimento errado da alíquota, seja para maior ou menor. Outra situação comum diz respeito ao recolhimento ao INSS sobre verbas indenizatórias. 

BLOCO K TAMBÉM FOI PRORROGADO

Outra obrigação acessória do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) que teve o prazo de envio prorrogado foi o Bloco K, que reunirá  informações sobre estoque, matéria-prima e uso de insumos no processo produtivo, além de detalhes industriais sobre a transformação em produto final.

Pelo novo cronograma do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), a entrega está prevista para janeiro de 2017.

A decisão de adiar o prazo foi tomada devido à complexidade relatada pelos contribuintes. Espera-se que o fisco reveja o nível de detalhamento das informações e também a exigência de informações que, na opinião de alguns setores industriais, expõem segredos da operação. 

Por Silvia Pimentel

Fonte: Diário do Comércio - SP

GUIAS COM VENCIMENTO NA SEMANA

 

GUIA

VENCIMENTO

FGTS  

05/08/2016 – Sexta – feira

GUIA e-SOCIAL doméstica

05/08/2016 – Sexta – feira



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